Viagem para Machu Picchu: 5 dicas para organizar a sua

Qual é o seu objetivo ao viajar? Se a resposta for experimentar uma sensação diferente e ser absorvido por uma cultura local repleta de peculiaridades, a dica é programar uma viagem para Machu Picchu e explorar o Peru. Um destino turístico histórico, com várias atrações.

Um dos sítios arqueológicos mais relevantes do mundo, Machu Picchu é o berço da civilização inca. Cada pessoa é impactada de forma diferente ao pisar nas ruínas históricas. Mas, ao se deparar com a arquitetura complexa e misteriosa do cenário, qualquer visitante se sente pequeno diante da grandiosidade do local.

Já começou a ficar contagiado pela ideia de uma viagem a Machu Picchu? Então é hora de planejar seu roteiro no Peru. A seguir, você fica por dentro das melhores dicas para colocar o pé na estrada.

Como organizar uma viagem para Machu Picchu

Há diversas formas de conhecer o Peru e de desvendar o Machu Picchu. Não é à toa que o local atrai os mais variados perfis de viajantes: desde mochileiros e montanhistas em busca de aventura, até idosos (com excelente preparo físico), curiosos para explorar a área.

Viagem para Machu Picchu
A viagem para Machu Picchu é uma experiência intensa. Foto: iStock, Getty Images

Você pode encarar o passeio de forma mais tranquila ou mais intensa pela montanha localizada a cerca de 112 km de Cusco. Descubra, a seguir, as melhores dicas para a sua viagem para Machu Picchu:

1. Hospedagem

Este tópico aparece em primeiro lugar por uma questão estratégica. Como a região de Machu Picchu é considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, não há opções de hospedagem por lá. A dica é procurar por vilarejos próximos, como Águas Calientes, ou passar suas noites em Cusco e aproveitar para conhecer também a cidade.

Em Águas Calientes, os preços de hospedagem em hotel ou hostel variam bastante, mas costumam ser altos. Já em Cusco há uma gama maior de alternativas: os valores dos locais mais em conta ficam entre US$30 e US$120.

2. Deslocamento

A partir do momento em que você decidir onde irá ficar, a próxima etapa é verificar como vai chegar até Machu Picchu. O meio de transporte mais comum entre os viajantes que pernoitam em Cusco é o trem. Há opções mais ou menos luxuosas disponibilizadas por companhias como Peru e Inca Rail.

Outra possibilidade para alcançar Machu Picchu é caminhar. O trajeto é pela Trilha Inca, que começa na mesma localização da ferrovia e percorre várias rotas até o topo da montanha. A caminhada leva, em média, quatro dias e passa por montanhas como Warmiwañusqa e Runkuraqay, a mais de 3.800m acima do nível do mar.

3. Roteiro

Quando já estiver em Machu Picchu, vale escolher entre as opções de trilhas de acordo com sua disposição. O passeio pelos degraus mais básico, geralmente, tem duração de três a cinco horas.

É bom ir preparado: os primeiros minutos de subida são os mais cansativos, mas já levam a uma vista marcante de Machu Picchu. Se quiser ir além e contemplar de forma completa a cidadela, você também pode escalar as montanhas de Huayna Picchu, trajeto que leva entre 45 e 90 minutos, ou percorrer o caminho que leva à Ponte Inca.

4.  Guia

Ninguém é obrigado a contratar um guia para explorar a cidade perdida dos incas, mas essa costuma ser uma boa opção.  A verdade é que a civilização não deixou nenhum registro ou escrito sobre suas origens, o que abriu margem para diversas teorias sobre cada parte das ruínas e a engenharia que as cerca.

É por isso que o guia é importante: ele poderá ajudar a contextualizar melhor o local. O investimento fica entre 50 e 60 dólares para o passeio. Você pode contratar o serviço antes ou ao chegar lá.

5. Itens indispensáveis

É importante adquirir seus ingressos para fazer a subida antes de ir até Machu Picchu, pois nos últimos anos o governo peruano restringiu o limite de visitantes diários às ruínas. Você pode fazer isso junto a agências de viagem ou em sites especializados de confiança.

Quando chegar o tão esperando dia, não se esqueça de levar na mochila o passaporte ou a carteira de identidade – não pode faltar o documento através do qual você fez a compra. Protetor solar, água, repelente e um lanchinho também são importantes. Lembre-se de usar roupas esportivas e confortáveis e levar um agasalho para não passar frio.

Ah: e não se assuste se, durante o passeio, você sentir um pouco de enjoo ou tontura: são sintomas do famoso mal-estar popularmente chamado de soroche, que ocorre por conta da altitude das ruínas. A solução pode ser experimentar o famoso chá de coca.

Além de Machu Picchu no Peru

A viagem para Machu Picchu é um espetáculo imperdível para quem vai ao Peru. Mas vale pensar em um roteiro que contemple outros pontos do país. Observe, a seguir, três dicas e orientações essenciais para fazer uma ótima viagem:

1. Planejamento

Antes de estruturar sua viagem, converse com alguém que já tenha ido até lá  ou pesquise sobre os pontos turísticos.

Você vai se deparar com lugares como o Lago Titicaca – o maior da América Latina, na fronteira entre Peru e Bolívia -, e as Linhas de Nazca, um conjunto de geóglifos antigos também considerados Patrimônio da Humanidade. Cerifique-se de conhecer o país além do Machu Picchu.

2. Época do ano

Qual é o melhor momento para conhecer o Peru? A melhor dica é entre os meses de abril e novembro, quando o clima é mais ameno e há menos visitantes no local (baixa temporada), o que costuma baratear os preços para fazer turismo.

3. Idioma e moeda

O idioma local no Peru é o espanhol, por isso é interessante ter algum domínio da língua. Mas, em Cusco, cerca de 90% dos habitantes falam inglês. A moeda oficial é chamada de Nuevos Soles, ou apenas Soles. Se necessário, você pode trocar o dinheiro em casas de câmbio locais.

E aí, o que achou das dicas de viagem para Machu Picchu? Ficou animado para conhecer o Peru? Já agendou sua viagem? Deixe um comentário.


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